marilyn monroe

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#24 – Some like it hot

Some like it hot (1959) – Quanto mais quente melhor
roteiro: I.A.L. “Iz” Diamond, Billy Wilder
direção: Billy Wilder
★★★★★★★★★★ (8/10)

Chicago, 1929. Joe (Tony Curtis) e Jerry (Jack Lemmon) são músicos desempregados, que estão desesperados por trabalho. Eles acidentalmente testemunham o Massacre do Dia de São Valentim, assistindo o criminoso Spats Colombo (George Raft) e seu cúmplice aniquilarem Toothpick Charlie (George E. Stone) e sua gangue. Forçados a apressadamente deixarem a cidade, Joe e Jerry pegam o primeiro trabalho que podem arrumar: tocar na banda de garotas da Sweet Sue (Joan Shawlee) e suas Sincopadoras. Em trajes femininos, os dois se juntam ao resto da banda em um trem que vai para Miami, Flórida. Diante desta situação, Joe adota o nome de Josephine e Jerry torna-se Daphne. De repente eles vêem Sugar Kane (Marilyn Monroe), a vocalista da banda de Sweet Sue. Jerry se apaixona na hora, mas Joe o lembra que ele não pode se fazer notar. Porém, após chegarem a Miami, um milionário (Joe E. Brown) se apaixona por Daphne e Joe resolve se fazer passar por um milionário para tentar conquistar Sugar, tudo isto em meio à uma reunião dos Amigos da Ópera Italiana, uma convenção de criminosos que traz à cidade Spats Colombo e sua gangue.
(fonte: adorocinema.com)

Não sou muito fã de comédias. Mas, como em tudo na vida, há exceções. E Some like it hot é uma delas. A dupla de roteiristas é genial no que diz respeito ao ritmo tanto das cenas quanto dos diálogos. A premissa non sense – dois músicos se fazendo passar por mulheres – assume ares perfeitamente verossímeis pela direção de Wilder e extremamente divertidos com a atuação de Curtis e Lemmon.

"Fasten your seatbelts, it’s going to be a bumpy night!"

eve

All about Eve (1950) – A malvada
roteiro e direção: Joseph Mankiewicz

Não tencionava escrever um post sobre o filme, mas depois de comentá-lo com meu ouvinte de plantão – Douglas, sempre – tive várias ideias e algumas impressões que julguei interessantes o suficiente a ponto de discorrer sobre elas num texto um pouco mais longo. Aliás, tenho aprendido que comentar o filme é uma ótima maneira de analisá-lo e tentar entender as intenções do diretor. E, para minha satisfação, tenho percebido que os comentários são bons o bastante para instigar quem ainda não assistiu o filme comentado e deixar com vontade de assisti-lo. O professor @pablovillaca ensinou que essa é uma das funções do crítico de cinema: “Auxiliar o leitor na sua educação cinematográfica.” Minha contribuição é pequena mas bastante gratificante.

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