juliette binoche

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#202 – L’Attesa

l'attesa

L’Attesa (2015) – A espera
roteiro: Giacomo Bendotti, Ilaria Macchia
direção: Piero Messina

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Godzilla (2014)

godzilla

Godzilla (2014)
roteiro: Max Borenstein, Dave Callaham
direção: Gareth Edwards


(crítica publicada originalmente no Vórtex Cultural, em 15/05/2014)

Joe Brody (Bryan Cranston) é o engenheiro responsável por uma usina nuclear no Japão. Cria seu filho Ford sozinho, após perder sua esposa, Sandra (Juliette Binoche) num acidente que leva ao fechamento do local e ao isolamento de todo o entorno. Quinze anos depois, Joe ainda acredita que o que houve não foi um acidente e Ford (Aaron Taylor-Johnson), já adulto, casado e com um filho, acha que seu pai está obcecado com essa ideia por não aceitar a perda da esposa. Os eventos que se seguem demonstram que Joe não estava enganado.

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Cosmopolis

Cosmopolis (2012)
Roteiro e direção: David Cronenberg

Sinopse:
Eric Packer (Robert Pattinson) é um milionário egocêntrico que acordou com uma obsessão: cortar o cabelo no seu barbeiro localizado do outro lado da cidade. Para isso, o gênio de ouro das finanças terá que atravessar, em sua limousine, uma caótica Nova York que irá revelar uma ameaça a seu império a cada quilometro percorrido. Com o ritmo alucinante do diretor David Cronenberg, e participações de Juliette Binoche, Paul Giamatti, Samantha Morton e Mathieu Amalric, ele está prestes a viver as 24 horas mais decisivas de sua vida.
(fonte: Interfilmes.com)

cosmopolis

Passado quase 80% do tempo dentro da limusine de Packer, o roteiro foi baseado no livro homônimo de Don DeLillo. Pode ser visto apenas como a estória de um ricaço que cisma em ir cortar o cabelo e, tal qual uma criança mimada, bate o pé e fala “eu quero, eu quero, eu quero”, a despeito das recomendações do encarregado de sua segurança. Porém, como em todos os filmes de Cronenberg, nem tudo é o que parece. E, por trás de diálogos aparentemente non-sense, há algumas ideias interessantes que merecem reflexão.

A limusine de Packer é o seu “mundinho”. Nele, Packer trata de seus negócios, come, bebe, faz sexo, consulta-se com um médico. Faz tudo ali, apesar de ter um apartamento com dois elevadores. E, principalmente, na limusine, Packer isola-se do mundo. Enquanto nas ruas ocorre uma manifestação, ele está discutindo o mercado e a situação da bolsa de valores.

É interessante notar a forma que o personagem vai sendo desconstruído no decorrer da narrativa. Packer entra na limusine, no início do filme, vestido impecavelmente, com óculos escuros que ocultam seus olhos inclusive da esposa. À medida que a estória avança, seu “visual” vai se desmontando, acompanhando o declínio do personagem. Remove os óculos, tira a gravata, o paletó, até chegar ao final do filme com a camisa de grife semi-aberta e para fora da calça.

Enfim, não é tão bom quanto outros filmes de Cronenberg – como os recentes Eastern promises e A history of violence – mas vale a pena assistir.

Copie Conforme

Copie Conforme (2010) – Cópia fiel
direção e roteiro: Abbas Kiarostami

A cópia de uma obra de arte tem o mesmo valor da obra original? Se a cópia é perfeita, não há que se considerar o copista tão talentoso quanto o autor do original? Enfim, deve-se julgar diferentemente o original e sua cópia? Se a cópia cumpre a contento o mesmo papel que o original, pode ser julgada inferior? Essa polêmica, que desde sempre permeia o meio artístico e parece interessar quase que apenas aos teóricos, é o gatilho inicial deste filme, o primeiro europeu de Kiarostami.

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