Channing Tatum

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Kingsman: The Golden Circle

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Kingsman: The Golden Circle (2017) – Kingsman: o círculo dourado
roteiro: Jane Goldman, Matthew Vaughn
direção: Matthew Vaughn

Tiros, barulho, paleta de cores diversas, lutas bem coreografadas, piadas provocativas e sexuais, muitos efeitos especiais e apetrechos de espiões. Kingsman: O Círculo Dourado repete elementos do seu predecessor utilizando tudo em dobro, mas se esquece do principal, um bom roteiro.

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#28 – Foxcatcher

Foxcatcher (2014)
roteiro: E. Max Frye, Dan Futterman
direção: Bennett Miller
★★★★★★★★★★ (7/10)

Campeão olímpico de luta greco-romana, Mark Schultz (Channing Tatum) sempre treinou com seu irmão mais velho, David (Mark Ruffalo), que é também uma lenda no esporte. Até que, um dia, recebe um convite para visitar o milionário John du Pont (Steve Carell) em sua mansão. Apaixonado pelo esporte, du Pont oferece a Mark que entre em sua própria equipe, a Foxcatcher, onde teria todas as condições necessárias para se aprimorar. Atraído pelo salário e as condições de vida oferecidas, Mark aceita a proposta e, assim, se muda para uma casa na propriedade do milionário. Aos poucos eles se tornam amigos, mas a difícil personalidade de du Pont faz com que Mark acabe seguindo uma trilha perigosa para um atleta.
(fonte: adorocinema.com)

Foi o ‘filme da semana’ do portal Adoro Cinema na semana passada, mas não consegui assistir a tempo de escrever a crítica. O trailer pareceu bastante interessante e quis assistir mesmo sem ter obrigação.

Passados 20 minutos de filme, pausei pois algo estava me deixando bastante intrigada. Quem diabos era aquele ator fazendo o papel de du Pont? Não lembrava de tê-lo visto em nenhum outro filme ou série. Acessei o imdB e tive um “momento PQP!” extremo. Descobri que era Steve Carell. Irreconhecível. Não só pela maquiagem, mas também pela atuação. Nem parecia o mesmo ator, famoso por seus papéis em comédias bobas (estou sendo educada). Eu sei, há quem goste. Mas para mim, só vale a pena sua participação em Despicable me, como a voz do Gru.

BTW, o filme envolve o espectador não só pela performance de Carell como também pelo roteiro bem estruturado, com personagens bem construídos.