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#259 – The founder

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The founder (2016) – Fome de poder
roteiro: Robert D. Siegel
direção: John Lee Hancock
[2.5]

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#252 – Baywatch

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Baywatch (2017)
roteiro: Michael Berk
direção: Seth Gordon
2.5 Stars

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Doidas e santas

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Doidas e santas (2016)
roteiro e direção: Paulo Thiago
3 Stars

(resenha publicada originalmente no Vórtex Cultural, em 27/08/2017)

 

O filme conta a história de Beatriz Lira, uma psicanalista de sucesso, terapeuta de casais, com vários livros publicados sobre o assunto, que se vê às voltas com uma crise no relacionamento com seu marido, Orlando (Marcelo Faria). Exemplo típico de “casa de ferreiro, espeto de pau”. Ela, que passa os dias no consultório, atendendo e ajudando casais, enfrenta essa crise conjugal que a faz repensar os rumos de sua vida. Além da crise conjugal, tem de lidar com a filha adolescente, Marina (Luana Maia), a mãe que passa a morar com ela, Elda (Nicette Bruno), a irmã ausente, Berenice (Georgiana Góes).

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#239 – Creed

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Creed (2015)
roteiro: Ryan Coogler, Aaron Covington
direção: Ryan Coogler

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#218 – Ghost in the shell

Ghost in the shell (2017) – A vigilante do amanhã
roteiro: Jamie Moss
direção: Rupert Sanders
2.5 Stars

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Denial

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Denial (2016) – Negação
roteiro: David Hare
direção: Mick Jackson
3 Stars

(resenha publicada originalmente no Vórtex Cultural, em 29/06/2017)

 

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Baseado no livro Negação (History on Trial: My Day in Court with a Holocaust Denier), o filma conta o embate legal entre Deborah E. Lipstadt (Rachel Weisz) e David Irving (Timothy Spall). Irving acusou Lipstadt – assim como a editora britânica da autora, Penguin Books – de difamação quando ela o chamou de negador do Holocausto. Diferente da maioria dos países, em que cabe ao querelante provar sua acusação, no sistema legal britânico, não há presunção de inocência, recaindo o ônus da prova sobre o acusado. Sendo assim, cabia à equipe de advogados contratados pela Penguin – encabeçada por Richard Rampton (Tom Wilkinson) e Anthony Julius (Andrew Scott) – provar que a queixa de Irving era infundada.

Irving, sendo um estudioso da Segunda Grande Guerra e principalmente de Hitler, acusou Lipstad de ter afirmado que ele manipulara e distorcera evidências a fim de isentar o Reich e, por conseguinte, Hitler de ter matado judeus deliberadamente. Enquanto a maioria de nós, leigos, ou melhor, não-advogados pensaria que o melhor argumento seria confirmar a ocorrência do Holocausto, os advogados de defesa optaram, sabiamente, por combater a difamação que Irving dizia ter sofrido. Deborah deixa claro que sua intenção era reafirmar o Holocausto, dando voz aos sobreviventes e aos que pereceram nos campos de concentração. Contudo, os advogados a convencem, muito a contragosto, de que a estratégia planejada por eles era a melhor opção. E, ao final, do julgamento, em um veridito de trezentas e poucas páginas, o juiz Charles Gray (Alex Jennings), dá ganho de causa à defesa por ter efetivamente provado que Irving, sim, distorcera evidências a fim de defender seus pontos de vista e que, portanto, o que Lipstad dissera não configurava difamação.

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A história, em si, é simples. O que chama a atenção são as questões sucitadas pelo evento. Como é possível que existam pessoas capazes de colocar em dúvida um evento histórico dessa magnitude? Simplesmente por não haver fotos que o comprovem, como diz Lipstad a seus alunos? O quão fácil é distorcer a verdade, usando apenas palavras, falácias e argumentos tendenciosos?

É o trecho de Denying the Holocaust: the Growing Assault on Truth and Memory, em que Lipstad descreve os métodos de Irving, que ele usou para acusá-la:

“Irving é um dos mais perigosos porta-vozes do negacionismo do Holocausto. Conhecedor da evidência histórica, ele a distorce até que ela se adapte a suas inclinações ideológicas e objetivos políticos. Um homem convencido de que o grande declínio da Grã-Bretanha foi acelerado pela decisão de entrar em guerra contra a Alemanha, ele é muito hábil em pegar informações corretas e moldá-las para confirmar suas próprias conclusões. Uma resenha de seu recente livro, Churchill’s War, publicada no New York Review of Books, analisa corretamente sua prática de tratar as evidências de forma parcial. Ele exige “prova documental absoluta” quando o assunto é provar a culpa dos alemães, mas se baseia em evidências altamente circunstanciais para condenar os Aliados. Essa é uma descrição correta não apenas das táticas de Irving, mas das dos negacionistas em geral.”
(p.181)

Conciso, de abordagem simples, trata o assunto de forma direta, sem floreios ou melodramas desnecessários. E, apesar de parecer muito um telefilme, tem aquele “quê” a mais que faz o espectador continuar pensando a respeito das questões levantadas durante o filme.

Em termos de produção, não tem nada de excepcional. Talvez desagrade aquele que estiver atrás de uma experiência cinematográfica diferenciada. Mas é um daqueles filmes que é preciso assistir.


Mais informações sobre o processo:
Irving vs Penguin Books Ltd

Entrevista com Irving – Channel 4


#202 – L’Attesa

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L’Attesa (2015) – A espera
roteiro: Giacomo Bendotti, Ilaria Macchia
direção: Piero Messina
2.5 Stars

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#184 – The circle

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The circle (2017) – O círculo
roteiro e direção: James Ponsoldt
2 Stars

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#164 – Denial

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Denial (2016) – Negação
roteiro: David Hare
direção: Mick Jackson
3 Stars

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The lost city of Z

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The lost city of Z (2017) – Z: A cidade perdida
roteiro e direção: James Gray
2.5 Stars

(resenha publicada originalmente no Vórtex Cultural, em 31/05/2017)

 

 

Baseado no livro homônimo do repórter da New Yorker, David Grann, conta a história de Percy Harrison Fawcett (Charlie Hunnam) – explorador britânico que, em 1925, prometendo fazer uma das mais importantes descobertas arqueológicas da história, desapareceu em uma expedição à Amazônia cujo objetivo era encontrar uma antiga civilização. Sabe-se hoje que a suposta localização dessa civilização, para onde se dirigiu Fawcett, é na Serra do Roncador, em Barra do Garças, no estado do Mato Grosso, Brasil.

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